quinta-feira, 14 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Obesidade é grande vilã para o desenvolvimento do diabetes
Especialista alerta que a combinação obesidade e diabetes pode ser desastrosa
A obesidade é um fator preponderante para o desenvolvimento do diabetes, principalmente do tipo II, que também é conhecido como diabetes do adulto. Ele corresponde a 90% dos casos da doença e ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade. Porém, tem aparecido cada vez mais em jovens, também em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e o stress da vida urbana.
O médico cirurgião e especialista em gastroenterologia Bruno Sander ressalta que a relação obesidade e diabetes é muito perigosa. “O aumento da massa gordurosa, principalmente abdominal (visceral) está ligada à resistência à insulina, ou seja, à maior dificuldade da insulina colocar a glicose para dentro das células”.
O problema se agrava se o paciente tiver predisposição genética para desenvolver diabetes, pois neste caso o pâncreas é mais suscetível à deficiência na produção de insulina. “Por isso, ao cuidar do peso as chances de desenvolver essa doença diminuem consideravelmente”, reforçou Sander.
Para saber se uma pessoa está acima do peso basta fazer um cálculo simples e verificar o Índice de Massa Corporal (IMC), dividindo-se o peso pela sua altura e multiplicada por ela mesma (peso/altura²). Se o resultado for maior que 25 caracteriza sobrepeso e se for maior que 27 já é indicado o uso do balão intragástrico. Para o gastroenterologia “nunca é demais afirmar a importância de mudança de estilo de vida, mas o surgimento do balão intragástrico tornou-se um coadjuvante no tratamento da obesidade. Trata-se de uma ferramenta de grande ajuda por sua segurança e eficiência no tratamento da obesidade, e consequentemente melhora e controle da diabetes”.
O especialista considera lamentável a dificuldade que a maioria das pessoas encontra para melhorar os hábitos de vida. Segundo ele, mudanças consistentes na alimentação e atividade física moderada é a melhor solução para prevenir, tratar e afastar o fantasma da obesidade. “A dieta hipocalórica é fundamental, sendo que quem tem diabetes deve restringir ainda mais os carboidratos rapidamente absorvíveis, como o açúcar, doces, e frutas com pouca fibra”, afirma.
Por ser pouco sintomático o diabetes na maioria das vezes permanece por muitos anos sem diagnóstico e tratamento, o que favorece a ocorrência de suas complicações no coração e no cérebro. “A obesidade predispõe o organismo a uma série de doenças como a hipertensão e alterações do colesterol. Por isso, ela deve ser prevenida e tratada. Emagrecer é fundamental no sucesso do tratamento do diabetes”, destaca o médico.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Obesidade infantil pode favorecer puberdade prematura em meninas
Pesquisa mostra que mamas estão se desenvolvendo mais cedo agora do que há 16 anos
As meninas dos Estados Unidos estão desenvolvendo seios cada vez mais novas, e a obesidade parece explicar em grande parte esse fenômeno. É o que sugere um novo estudo do Cincinnati Children's Hospital Medical Center (EUA) publicado dia 04 de novembro na revista Pediatrics. Os pesquisadores descobriram que, entre 2004 e 2011, as americanas normalmente começaram a desenvolver os seios em torno dos nove anos de idade. E aquelas que estavam acima do peso ou obesas começaram mais cedo - geralmente quando com cerca de oito anos.
Os resultados são baseados em 1.200 meninas de três cidades norte-americanas. Segundo os autores, as meninas negras desenvolviam os seios antes das hispânicas, brancas e asiáticas. A equipe comparou esses resultados com um estudo feito em 1997 analisando os mesmos pontos e descobriu que as meninas, principalmente as brancas, foram claramente amadurecendo mais cedo nos últimos anos - 21% delas tinha começado a desenvolver seios antes de 9 anos de idade, contra 11% no estudo anterior, por exemplo. As meninas negras pareciam estar se desenvolvendo mais cedo também: eram 22% com desenvolvimento iniciado antes de oito anos entre 2004 e 2011, contra 15% em 1997. A partir dos dados coletados, verificou-se que o aumento do peso corporal foi responsável por grande parte da diferença entre os dois estudos.
É possível também que outros fatores estejam influenciando esse desenvolvimento, incluindo produtos químicos ambientais que podem prejudicar a atividade hormonal, como alguns pesticidas. Falta de exercício na infância e dietas pobres em fibras e ricas em carnes e laticínios também têm sido suspeitas de contribuir para a puberdade precoce. Mas nenhuma dessas suposições ainda foi comprovada.
Por que as pessoas devem se preocupar com o fato de a puberdade estar chegando mais cedo? Segundo os pesquisadores, estudos constataram que meninas que amadurecem mais cedo estão mais propensas a ter mais problemas com baixa autoestima e depressão. Além disso, a puberdade precoce tem sido ligada a riscos para a saúde em longo prazo, como menstruação precoce e risco aumentado de câncer de mama. E a obesidade infantil por si só também tem consequências, afirmam os cientistas. De acordo com a equipe, a mensagem que fica é para os pais, que devem prestar mais atenção na dieta de seus filhos e incentivar a prática de exercícios desde os primeiros anos de vida.
Os resultados são baseados em 1.200 meninas de três cidades norte-americanas. Segundo os autores, as meninas negras desenvolviam os seios antes das hispânicas, brancas e asiáticas. A equipe comparou esses resultados com um estudo feito em 1997 analisando os mesmos pontos e descobriu que as meninas, principalmente as brancas, foram claramente amadurecendo mais cedo nos últimos anos - 21% delas tinha começado a desenvolver seios antes de 9 anos de idade, contra 11% no estudo anterior, por exemplo. As meninas negras pareciam estar se desenvolvendo mais cedo também: eram 22% com desenvolvimento iniciado antes de oito anos entre 2004 e 2011, contra 15% em 1997. A partir dos dados coletados, verificou-se que o aumento do peso corporal foi responsável por grande parte da diferença entre os dois estudos.
É possível também que outros fatores estejam influenciando esse desenvolvimento, incluindo produtos químicos ambientais que podem prejudicar a atividade hormonal, como alguns pesticidas. Falta de exercício na infância e dietas pobres em fibras e ricas em carnes e laticínios também têm sido suspeitas de contribuir para a puberdade precoce. Mas nenhuma dessas suposições ainda foi comprovada.
Por que as pessoas devem se preocupar com o fato de a puberdade estar chegando mais cedo? Segundo os pesquisadores, estudos constataram que meninas que amadurecem mais cedo estão mais propensas a ter mais problemas com baixa autoestima e depressão. Além disso, a puberdade precoce tem sido ligada a riscos para a saúde em longo prazo, como menstruação precoce e risco aumentado de câncer de mama. E a obesidade infantil por si só também tem consequências, afirmam os cientistas. De acordo com a equipe, a mensagem que fica é para os pais, que devem prestar mais atenção na dieta de seus filhos e incentivar a prática de exercícios desde os primeiros anos de vida.
Fonte: Portal Minha Vida
terça-feira, 5 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Oficina de Balão Intragástrico da SOBED reúne profissionais de várias regiões do País

Dr. Bruno Sander ao lado de especialistas do país inteiro.
O diretor clínico da Clínica Sander, Dr. Bruno Sander, participa de curso no Hospital Sírio Libanês, ao lado de especialistas de todo o país.
Realizada em São Paulo, nos dias 25 e 26 de outubro, a Oficina de Balão Intragástrico reuniu médicos do Ceará, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A parte teórica aconteceu no Hospital Nove de Julho e as palestras foram ministradas por: Manoel dos Passos Galvão Neto, Ricardo Anuar Dib, Leonardo Vanzato e pela equipe multidisciplinar da Allergan.
A parte prática da oficina, que tem como objetivo oferecer uma experiência completa aos associados, foi realizada no Hospital Ipiranga – Centro de Treinamento da SOBED - e contou com o acompanhamento de Ricardo Anuar Dib, Jimi Scarparo, Manoel dos Passos Galvão Neto, Eduardo Grecco e Gerônimo Franco.
De acordo com o coordenador, Ricardo Anuar Dib, trata-se de uma imersão na atividade de colocação e retirada de balão intragástrico. "O programa contempla desde o que é a obesidade, como funciona o balão, a abordagem do paciente, preparação e orientação pré e pós-colocação, retirada, treinamento'hands on' e o procedimento de passagem do balão realizado em pacientes”, completa.
“A proposta é fazer com que os profissionais conheçam os procedimentos e saibam executá-los”, conclui Dib. A oficina contou com o apoio da Fujinom Fujifilm e Allergan.
Fonte: Sobed
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Jovens com obesidade são mais receptivos à propaganda de fast food
Estudo mostra que pode haver uma relação entre publicidade e aumento de peso
Um novo estudo do Norris Cotton Cancer Center do Dartmouth-Hitchcock Medical Center (EUA) afirma que adolescentes e adultos mais jovens com obesidade podem ser mais receptivos a anúncios de TV sobre fast food do que aqueles que não são obesos. O trabalho foi publicado na edição de novembro do American Journal of Preventive Medicine.
A pesquisa incluiu 2.541 participantes, entre 15 e 23 anos, que viram um conjunto aleatório de quadros de anúncios de fast food com marcas removidas. Após essa sessão, eles foram questionados sobre quais anúncios assistiram, se eles gostaram e se poderiam citar a marca. Com base em suas respostas, os adolescentes e jovens receberam uma pontuação que reflete a sua receptividade aos anúncios de alimentos. Aqueles com pontuações mais altas eram mais propensos a ter obesidade do que aqueles com menor pontuação.
Os autores afirmam que não foi possível determinar o que vem primeiro - ser receptivo a anúncios de fast food ou a obesidade - e afirmaram que mais pesquisas são necessárias para entender melhor a relação entre a publicidade de alimentos e o risco de obesidade. Segundo os cientistas, os resultados abrem portas para uma melhor compreensão das influências que levam à obesidade juvenil e que quanto mais se sabe sobre como o marketing influencia os adolescentes e adultos jovens, mais capazes são os pais e profissionais de saúde em ajudar os jovens a fazer boas escolhas.
A pesquisa incluiu 2.541 participantes, entre 15 e 23 anos, que viram um conjunto aleatório de quadros de anúncios de fast food com marcas removidas. Após essa sessão, eles foram questionados sobre quais anúncios assistiram, se eles gostaram e se poderiam citar a marca. Com base em suas respostas, os adolescentes e jovens receberam uma pontuação que reflete a sua receptividade aos anúncios de alimentos. Aqueles com pontuações mais altas eram mais propensos a ter obesidade do que aqueles com menor pontuação.
Os autores afirmam que não foi possível determinar o que vem primeiro - ser receptivo a anúncios de fast food ou a obesidade - e afirmaram que mais pesquisas são necessárias para entender melhor a relação entre a publicidade de alimentos e o risco de obesidade. Segundo os cientistas, os resultados abrem portas para uma melhor compreensão das influências que levam à obesidade juvenil e que quanto mais se sabe sobre como o marketing influencia os adolescentes e adultos jovens, mais capazes são os pais e profissionais de saúde em ajudar os jovens a fazer boas escolhas.
Fonte: Minha Vida
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